Será que temos tido por satisfeitas as necessidades intelectuais e artísticas de cada um do grupo SABADOTEMPO? quanto aos papéis dos professores/pesquisadores e artistas voltados ao ensino da arte, têm sido claros e satisfatórios?
Encontradas as alegrias da criação artística temos tido a oportunidade de bem conduzir os trabalhos à divulgação das obras criadas por cada um do grupo?
Os resultados dessa divulgação poderão ser extensivos à comunidade externa da Universidade Estadual de Londrina?
Será que criação artística individual é passível de pedagogismo?
O grupo está aberto a outros sujeitos? ontem tivemos a feliz inclusão do Professor Marcos e da Carol, além da participação externa do Manolo. Será que o grupo está aberto a esse movimento de imigração? Ou se continuarmos aceitando isso irá intimidar aqueles que já não falam muito?
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ResponderExcluirTambém quero saber!
ResponderExcluirA dinâmica do projeto é interessante! Uma proposta aberta que provavelmente culminará no transbordamento das questões inicialmente tratadas. Ouvindo alguns dos integrantes lendo suas anotações, já pude sentir que tais pesquisas em arte, se continuarem daí pra frente, não correm o risco (que todos temem) de cair no formato engessado da pesquisa acadêmica que a universidade cobra e espera.
Concordo com o Marcos, quando ele disse que o Atelier de gravura tornou-se um "lugar", por que entendo o lugar enquanto uma fração do espaço, um espaço qualitativamente diferenciado, pelas experiências, sempre tem um pouco de casa. E que tem abrigado os mais diversos tipos de gente, de várias áreas.
O contato com a produção do outro, tanto pela fala como pelo olhar curioso e em silêncio, expande nosso entendimento sobre as coisas. Estar presente é um dado importante. É ser. E fazer-se.
O que é o tempo? Pergunta difícil...
E assim temos um lugar para poder pensar em perguntas que talvez não tenham respostas. E não é por isso que fazemos arte?