terça-feira, 8 de maio de 2012

A sala de gravura do Departamento de Artes Visuais da Universidade Estadual de Londrina - PR, é o lugar de múltiplas experiências artísticas a caminho do pensamento norteado pelos conceitos de Tempo. Não existe o caminho do Tempo, creio. O que existe são sujeitos caminhantes com destino a um provável conceito de Tempo.
"De todos os povos que conhecemos, os maias eram os mais obcecados pela ideia de tempo. Enquanto na Antiguidade européia considerava-se que os dias da semana eram influenciados pelos principais corpos celestes - Saturn-day, Sun-day, Moon-day (dia de Saturno, dia do Sol, dia da Lua e assim por diante) -, para os maias cada dia era por sí só divino. Todos os monumentos e altares eram erigidos para marcar a passagem do tempo, nenhum glorificava governantes ou conquistadores. Os maias viam as divisões do tempo como cargas transportadas por uma hierarquia de portadores divinos que personificavam os números pelos quais os vários períodos - dias, meses, anos, décadas e séculos - se distinguiam." (Whitrow G. J. O que é tempo? Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2005.  P.16)

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